Professor da ETEP comprova eficácia da gamificação de conteúdo com resultados de desempenho até 27,42% maior em alunos que foram expostos à tecnologia

 

Além do lápis e caderno, o celular tornou-se um item quase que indispensável nas salas de aula pela geração Z. Esses jovens nascidos por volta de 1995 formam o primeiro grupo que já nasceu digital, conectado e que nunca nem conheceu o mundo sem internet. Mas afinal, o uso do celular pelos alunos é um problema ou uma oportunidade?

Um professor da ETEP Faculdades viu o uso da tecnologia a seu favor. Saulo Carvalho, professor de Administração Estratégica e Marketing, dos cursos de Administração e Engenharia, leva a tecnologia da gamificação para a sala de aula. “Utilizo a gamificação de conteúdo em todas as disciplinas que ministro e sempre tenho um excelente feedback e gratidão dos alunos que afirmam ser uma ferramenta extremamente útil para o aprendizado”, conta.

Efeitos positivos da gamificação

Como parte de um estudo para mostrar os efeitos positivos desse método de aprendizagem, o professor Saulo acompanhou duas turmas da disciplina de Estratégias de Marketing, do curso de Administração, com o mesmo conteúdo e mesma avaliação. Os resultados foram surpreendentes e mostraram um desempenho de 8,68% maior na primeira avaliação e 27,42% melhor na segunda avaliação pelos alunos que foram expostos ao aplicativo, comprovando a eficácia da gamificação de conteúdo. “Tenho a docência por vocação e sou defensor da utilização de mídias e dispositivos para enriquecer o aprendizado dos alunos tornando as aulas mais atraentes ao contexto deles”, explica o professor.

A gamificação usa elementos dos jogos para engajar pessoas a atingirem um objetivo, e vai ao encontro do modelo de metodologia ativa de ensino e aprendizagem utilizada pela ETEP Faculdades, na qual o aluno se envolve mais com a realização de projetos e trabalhos práticos e começa a vivenciar ainda no período acadêmico a realidade do mercado em que escolheu atuar. Além disso, tecnologia é uma linguagem familiar e natural para essa nova geração conectada.

“Minhas aulas sempre buscam ter uma dinâmica. Quero os celulares dos alunos como aliados na sala de aula, para fortalecer o aprendizado de cada um. Não é eficaz proibir essas ferramentas de uma geração que possui os conteúdos digitais em seu DNA”, complementa o professor.